terça-feira, 26 de maio de 2009

Epitáfio

a Renato Russo


A vida fôra um sopro
Utópica
Angústia insuportável permeava o ser
A alma ferida pelo arrivismo humano
Libertara-se do casulo
É a transitoriedade do ser
A morte fôra uma constante
Não sou mais eu
Habito outro mundo
Lá, a poesia é necessária
O poetar é instigante
Todos são poetas

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