O vento sopra desesperadamente
Levando consigo as folhas secas
Que são expulsas pelas árvores...
As árvores não as amam mais
Elas vão para longe
O mundo dos esquecidos
Um lugar sombrio
As trevas não as deixam ressuscitar
A vitalidade fôra efêmera
Os colibris choram em silêncio
A falta é perceptível
As folhas secas se foram
Deixando apenas
O vazio
Deixando de viver
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