Um oco na memória
A dor reverberada está ausente
O corpo agora dormente
Descrente da vitória
Uma lágrima fria
Esvai-se pela face intermitente
O coração ocluso sente
Ao desfalecimento irradia
Uma pausa no silêncio
O ser evola-se ao vento
Fragmentos de uma essência
A correnteza leva o reflexo pelo rio
O fado aplaude o tormento
Da alma em eminência
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